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A ação do Cromo e seus benefícios!

Se você procura acelerar o metabolismo de maneira prática e totalmente segura, o cromo é um mineral essencial que pode auxiliar neste processo. Conheça um pouco mais sobre a ação do cromo e seus benefícios.

O Cromo participa ativamente do metabolismo de carboidratos, atuando simultaneamente com a insulina, melhorando a tolerância à glicose por sensibilizar a liberação do respectivo hormônio (MERTZ W. 1969).

Por sensibilizar à insulina, o cromo pode influenciar também no metabolismo proteico, promovendo maior estímulo da captação de aminoácidos e, consequentemente, aumentando a síntese proteica (CLARKSON PM, 1997). Existem, ainda, algumas evidências sobre a função do cromo no metabolismo dos lipídios (gorduras), auxiliando no controle dos colesteróis resultando em consequente equilíbrio plasmático dos mesmos (GRANT K.E ET Al; 1997).

A capacidade do cromo de sensibilizar a liberação de insulina pode auxiliar na reversibilidade ou na minimização da colateralidade de doenças crônico-degenerativas, tais como diabetes (I e II) e síndromes metabólicas. Pode auxiliar também no processo de emagrecimento, pois, sua capacidade em auxiliar o controle glicêmico estimulando a liberação de insulina faz com que a sensação de saciedade seja mais prolongada, principalmente pela liberação de leptina, hormônio que inibe o apetite (NEGRÃO AB,2000). O cromo pode influenciar também na diminuição da compulsividade por doces, ou seja, pra quem sofre com ansiedade e vê no consumo de açúcar a rota de fuga para diminuir o processo, pode utiliza-lo como um importante aliado.  A publicação recente das novas ingestões dietéticas de referência (DRI) trouxe um valor de ingestão adequada para este mineral correspondente a 25 e 35µg/ dia para mulheres e homens adultos, respectivamente.

É importante lembrar que por menor que sejam os riscos, o consumo deve ser sempre produto da orientação e prescrição de profissionais capacitados, até mesmo para garantir a integridade da suplementação, seja nos aspectos clínicos ou voltados ao rendimento atlético.

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Edulcorantes e sua utilização

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Os adoçantes dietéticos (edulcorantes) foram elaborados inicialmente para auxiliar no tratamento de indivíduos que necessitam de dieta restrita em açúcares: os diabéticos.

Contudo, na última década, a popularização do uso de edulcorantes pela população em geral gerou discussão na comunidade científica: afinal, os adoçantes dietéticos podem fazer mal à saúde?

Para responder à essa questão, é necessário saber que existem edulcorantes naturais e artificiais, calóricos e não calóricos. Dentre os naturais destacam-se o  esteviosídeo, sorbitol, manitol, eritritol, xilitol e frutose. Dentre os artificiais destacam-se a sacarina, ciclamato, aspartame e acessulfame-K.

O esteviosídio é obtido por meio da extração folhas de uma planta chamada Stevia rebaudiana bertoni. É um adoçante não calórico e atóxico, além de ser resistente ao calor, o tornando propício para preparações quentes também. É cerca de 300 vezes mais doce que a sacarose. Algumas marcas de suplementos esportivos utilizam esse edulcorante em sua fórmula, como alternativa saudável aos demais.

O eritritol e o xilitol são edulcorantes naturais que se tornaram os queridinhos dos praticantes de atividade física. Obtidos por meio de processos que alteram a molécula de sacarose, eles possuem sabor mais agradável que o esteviosídeo. São adoçantes que contém calorias, porém menos que o açúcar comum e, além disso, o índice glicêmico é muito menor, fato importante pois não estimula a secreção elevada de insulina.

 

A frutose é extraída do mel e das frutas. Embora seja natural, essa substância consumida isolada é cariogênica (causa cáries) e pode elevar a glicemia, além de produzir desconfortos gastrintestinais durante a prática de exercícios.

Dentre os artificiais, a sucralose é o mais utilizado. Há muito tempo acreditou-se que era uma substância inerte e que não produz efeitos metabólicos. Contudo, alguns estudos mais recentes identificaram que a sucralose pode alterar a microflora intestinal, elevar glicemia e insulinemia, além de aumentar o mecanismo de compulsão por doces.

A sacarina e o ciclamato são não calóricos e amplamente utilizados na indústria. São os componentes dos adoçantes mais tradicionais no Brasil. Ambos contém sódio em sua composição e, portanto, devem ser evitados por hipertensos.

O acelsulfame de potássio tem poder adoçante de até 200 vezes maior que a sacarona e é bem resistente ao calor.

O aspartame não é muito estável em altas temperaturas. É indicado em preparações frias(como sucos, recheios, gelatinas). Contudo não deve ser utilizado por portadores de fenilcetonúria (doença genética).

E então? Qual usar?

Assim como para a alimentação, a escolha dos edulcorantes deve ser individual. De um modo geral, a melhor opção sempre será o mais natural possível. O esteviosídeo, eritritol e xilitol tem bom poder edulcorante e baixo impacto metabólico. Na escolha de seu suplemento, procure sempre a informação do adoçante utilizado. Isso com certeza deve ser um diferencial em sua decisão.