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ALFARROBA E SUAS IMPLICAÇÕES

Com a evolução tecnológica e a quantidade de estudos realizados com foco na alfarroba, o conhecimento das suas características e propriedades tem aumentado consideravelmente e, consequentemente, as suas utilizações são cada vez mais diversificadas e sofisticadas. O conteúdo da alfarroba (aminograma em anexo) e dos polifenóis presentes faz com que ela desempenhe um papel cada vez mais importante na indústria biofarmacêutica, uma vez que estes componentes lhe conferem capacidades que permitem a sua utilização na formulação de fármacos, no controle do colesterol ou em produtos alimentares para crianças, em particular na formulação de alimentos lácteos espessados para crianças com problemas de refluxo gastresofágico. Se antes existiam empecilhos para o consumo da Alfarroba, hoje, comprovadamente, não existem mais. Na contramão do que acreditava-se, a alfarroba e seus produtos são excelentes alternativas pra quem quer desvincular-se dos alimentos hipercalóricos e altamente processados disponíveis no mercado, inclusive, os chocolates.

Incluir produtos à base de alfarroba em sua dieta pode ser uma excelente alternativa para reeducação do paladar ou melhora na sensibilização do mesmo, fazendo com que produtos menos processados lhe proporcionem prazer equiparável ou maior do que os alimentos industrializados tem lhe proporcionado nestes anos. Este processo de reeducação é importante, pois um alimento palatável, nos dias de hoje, diante da forma no qual fomos moldados, é um alimento riquíssimo em gorduras saturadas e hidrogenadas, em açúcares processados e o produto final de tudo isso é não sentirmos mais prazer em produtos naturais, nos tornando reféns do ultraprocessado e ultraconcentrado, aumentando desta forma a pré-disposição para doenças crônico degenerativas e criando um ambiente fisiológico propício para o surgimento das mesmas. Tendo em vista que a alfarroba possui propriedades que combatem diretamente as patologias e disfunções supracitadas, experimenta-la partindo deste pressuposto é a forma mais racional de encontrar o meio termo diante do extremo, da dicotomia que nos assola: Saúde x Prazer em comer. Nesta páscoa coma bem, tenha prazer e sem peso na consciência. Mantenha o equilíbrio nutricional e principalmente, experimente o novo.

Renan Vinícius Nogueira

ALFARROBA

Procura uma alternativa nutricionalmente melhor do que os chocolates tradicionais nesta páscoa? Algo que não influencie negativamente na sua dieta, no seu peso e na sua saúde, mas que lhe proporcione o mesmo prazer na ingestão? Experimente os produtos à base de alfarroba, você vai se surpreender!

 

A alfarroba é proveniente da Alfarrobeira, uma árvore rústica, resistente à seca e que consegue sobreviver e crescer em regiões de solos muito pobres. Considerada uma leguminosa arbórea, sua vagens podem ser utilizadas na produção de uma farinha, propícia para o consumo humano e que se assemelha ao cacau, tanto no sabor como no aroma.

A alfarroba em pó é rica em carboidratos, proteínas, pobre em gorduras e apresenta alto teor de fibras. O consumo adequado de fibras na dieta usual parece reduzir o risco de desenvolvimento de algumas doenças crônicas como: doença arterial coronariana, derrames, hipertensão, diabetes melito e algumas desordens gastrointestinais. Além disso, o aumento na ingestão de fibras melhora os níveis de colesterol e triglicérides circulantes. Em 100g de alfarroba contém 90 g de carboidrato,  4,5   proteína,   40g   de   fibra alimentar e 0 mg de sódio; 350 mg de cálcio, 0,45g  de  vitamina  B2,  0,035g  de  vitamina B6  além  de  não  possuir  lipídeos,  glúten  e lactose   em   sua   composição.

Com relação a outros minerais, o conteúdo de K, Cobre, Ferro e Manganê scorrespondem a mais de 20% dos índices de recomendação diária para um adulto. A literatura já destaca a alfarroba como um substituto do cacau na formulação de biscoitos, massas, sobremesas, bebidas lácteas e achocolatados, sendo uma opção mais barata e com grande potencial nutritivo, isenta de cafeína e outros estimulantes.

Renan Vinícius Nogueira

Levedo de cerveja: o que é e quais os benefícios para a saúde?

As leveduras são fungos que se desenvolvem na fermentação alcoólica. Elas são utilizadas há muitos anos em vários processos industriais alimentícios como fermento biológico, um deles é no processo da fermentação da cerveja. A palavra levedura tem origem no termo latim levare que significa “crescer” ou “fazer crescer”.

A levedura apresenta alto teor proteico, o que a torna uma boa opção de fonte de proteína para vegetarianos.  Ela é rico em vitaminas B1, B2, B6, ácido pantotênico, niacina, ácido fólico e biotina, também é rico em fibras, em minerais como selênio, cromo, fósforo, ferro, cálcio, potássio, magnésio e zinco. Por possuir essa gama de nutrientes, traz muitos benefícios a saúde e pode ser considerada um alimento funcional.

Este fungo pode auxiliar na redução do LDL (colesterol ruim) e, se associado a exercícios físicos também pode aumentar os níveis do colesterol bom (HDL). Por ser rico em cromo, nutriente que tem ação sobre a insulina no organismo, a levedura também ajuda no controle da diabetes ou até mesmo na prevenção desta doença crônica. Por conter antioxidantes, como o selênio, também ajuda no combate aos danos causados pelos radicais livres, além de fortalecer o sistema imunológico.

Rico em fibras, a levedura também promove um efeito laxativo, aumentando o volume e a viscosidade do bolo fecal. Por ter em maior quantidade fibras solúveis, ou seja, fibras que são solúveis em água, também há influência na atividade de enzimas digestivas, o que melhora a taxa de digestão e absorção dos nutrientes. Essas fibras também proporcionam um atraso no esvaziamento gástrico, promovendo o aumento da saciedade.

Além de todos estes benefícios a saúde que foram citados, o levedo também mantém os cabelos saudáveis, as unhas fortes e a pele limpa, ajudando a evitar acnes. Os sintomas da TPM também são aliviados, graças ao zinco e às vitaminas do complexo B. Enfim, o levedo também ajuda a converter o carboidrato em glicose para ser utilizado como fonte de energia pelo organismo.

Com tantos benefícios assim torna-se indiscutível o consumo do levedo de cerveja. Ele pode ser encontrado em flocos, pó ou em cápsulas, opção mais prática para quem tem um dia a dia mais corrido.

 

Laís S. Baduy

Estresse Oxidativo e Exercício

Banner 01O estresse oxidativo é um processo dinâmico e pode ocorrer devido à elevação de radicais livres. Nosso corpo produz radicais livres (mais chamados de espécies reativas de oxigênio, ou ERO) de forma contínua, como resultado de processos fisiológicos como a respiração, por exemplo.

As principais espécies reativas de oxigênio são o ânion superóxido, peróxido de hidrogênio e radical hidroxil. Essas moléculas possuem funções sinalizadoras no organismo, estímulo à apoptose de células doentes,

Para contrabalancear a produção exagerada de ERO, o organismo possui os chamados sistemas de defesa antioxidantes. Esses sistemas podem ser classificados em enzimáticos e não enzimáticos, sendo os enzimáticos a primeira linha de defesa. Compreende as enzimas superóxido dismutase, catalase, glutationa redutase e glutationa peroxidase, basicamente. O sistema não enzimático compreende vitaminas e demais substâncias com ação antioxidante como a vitamina C, lactato, ácido úrico. Esses sistemas, em situações normais, são eficazes em neutralizar a reatividade das ERO.

O estresse oxidativo é um processo patológico caracterizado pelo aumento das substâncias pró-oxidantes a tal ponto que o sistema antioxidante se torna incapaz de realizar a total neutralização. Com isso, pode desencadear diversas alterações na homeostase celular.

O exercício físico altera de forma importante a homeostase celular, como lesão e inflamação muscular que acabam por estimular a adaptação do sistema antioxidante para enfrentar tal situação. Contudo nos exercícios de longa duração e alta intensidade tem sido observada elevação das substâncias pró-oxidantes.

Devido a isso, a alimentação torna-se extremamente importante, pois deve ofertar ao organismo substâncias que estimulem a atividade do sistema antioxidante.

Dentre as substâncias mais estudadas destacam-se as vitaminas C e E, a creatina, a glutamina, os polifenóis, catequinas e antocianinas (encontradas em chás e alimentos de origem vegetal).

Dessa forma, para evitar que ocorra o acúmulo de substâncias reativas no organismo, especialmente durante o exercício de alta intensidade, o consumo de substâncias protetoras traz benefícios para evitar estresse metabólico e acúmulo de substâncias reativas que diminuem o desempenho esportivo e podem desencadear doenças.

Os benefícios do Açaí

Banner 02O açaí é um fruto tipicamente brasileiro, muito consumido no Norte do país e que, nos últimos anos, ganhou fama de herói, especialmente para quem procura melhorar a saúde por meio da alimentação e da atividade física.

Toda essa fama se deve à sua composição nutricional e características sensoriais; é considerado um alimento funcional devido à sua alta concentração de antocianinas, compostos que conferem a cor arroxeada. Essas substâncias são conhecidas por suas propriedades fármaco-medicinais como anti-inflamatória, antimicrobiana, anticarcinogênica e antioxidantes; dessa forma, atua na prevenção de doenças cardiovasculares e neurológicas, além de minimizar os efeitos do envelhecimento (Alasalvar et al., 2005).

Em 100 g de produto contém aproximadamente 40g de gorduras, 42g de carboidratos e 8g de proteínas e 489 kcal. Embora seja um alimento hipercalórico e com alta concentração de gorduras, a principal fração (52%) é gordura insaturada (ácido oleico) que conferem boa influência nos triglicerídeos e saúde cardiovascular.

O açaí é um fruto extremamente versátil; o fruto contém pouca polpa que envolve uma grande semente. No norte do país é consumido de forma integral, em diferentes preparações, geralmente armazenado sob refrigeração ou consumido no próprio momento. Contudo, para ser transportado até as demais regiões do país, a polpa é concentrada e congelada. O processo de congelamento, embora eficaz em diminuir atividade de bactérias deteriorantes e consequentemente em aumentar a vida útil do produto, acaba por diminuir o valor nutricional da polpa, especialmente vitaminas, minerais e poder antioxidante.

A liofilização é um método de conservação de alta tecnologia que consiste em evaporar a água do produto do estado sólido direto para o gasoso. Com isso, todas as propriedades funcionais e nutricionais do açaí são preservadas.

Para o praticante de exercício físico, o consumo de antioxidantes é de extrema importância, especialmente devido à manutenção da função imunológica e integridade intestinal. Com isso, alguns produtos já oferecem mix proteicos, shakes proteicos e Whey protein adicionado de açaí liofilizado. Os wheys adicionados com açaí oferecem, além de rica composição de aminoácidos que auxiliam na síntese e recuperação muscular, alta composição de antioxidantes, essenciais para a manutenção da saúde e todo o sabor do verdadeiro açaí.

Para quem busca mais saúde e tem interesse em se beneficiar das propriedades desse fruto poderoso, os suplementos que contém sua versão liofilizada são boas opções e podem ser aliados do estilo de vida saudável.

Chocolates proteicos

Banner 02Os chocolates são alimentos quase unânimes no quesito aprovação. Aquelas pessoas que dizem não gostar, causam estranheza aos que estão ao redor.

O chocolate é antigo; a principal hipótese é que tenha sido criado na América Central, anterior ao descobrimento da América por Colombo. Desde então, é obtido por meio da amêndoa torrada e fermentada do cacau.

De lá até os dias atuais, o processo de produção do chocolate se automatizou e foi otimizado. Hoje, há diversos tipos de chocolate (do branco até a maior concentração possível de cacau, ocasionando um sabor mais amargo) que podem ser apresentados e utilizadas das mais diferentes formas (como barras, cremes, coberturas, bombons, caldas e recheios).

Com a popularização do chocolate e alto consumo, foi necessário avaliar os seus efeitos para o organismo. Hoje sabe-se que o chocolate é fonte rica de flavonoides, substâncias benéficas ao organismo por atuar como antioxidante (retarda o envelhecimento, neutraliza as espécies reativas de oxigênio) e também como auxílio no tratamento de doenças (controle da pressão arterial e glicemia, por exemplo) e manutenção da vida saudável. Mas será que todos os tipos de chocolates trazem esses benefícios? Quanto consumir?

Os diferentes tipos de chocolate variam não apenas no sabor, mas também no efeito do organismo. O chocolate branco é produzido com a manteiga do cacau, possui alta concentração de gorduras e açúcares e isento de flavonoides. A versão ao leite, possui pouca concentração de cacau e alta de açúcares e gorduras. Os mais indicados para quem quer aproveitar todo o benefício dos chocolates são as versões meio amarga e amarga, já que possuem maior quantidade de cacau em sua composição. A recomendação é de 30 g (ou 2 quadradinhos) por dia.

A prática de exercício físico e esportes sofreu grande expansão e, com ela, a procura de manter uma vida saudável, sem abrir mão do sabor. A partir desse raciocínio, foram desenvolvidos chocolates com alta concentração de proteína (geralmente proteína do soro do leite, a whey protein) e baixo índice de açúcares e gorduras. Dessa forma, o chocolate traz todos os benefícios do cacau e ainda pode trazer benefícios para o praticante de exercício, já que oferta boa quantidade de proteína de alto valor biológico, sem causar picos de glicemia e insulina, que estimulam o ciclo da fome e aumentam a deposição de gordura corporal.

Os chocolates proteicos podem ser utilizados como forma de complementar o estilo de vida saudável, como opção de lanche saudável. A whey protein utilizada nesses chocolates, conferem maior saciedade e oferecem aminoácidos de cadeia ramificada que auxiliam na síntese muscular.

Os Benefícios dos Chás

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Há diferentes tipos de ervas que podem trazer benefícios à saúde, especialmente durante o inverno.

A procura de alimentos quentes no inverno aumenta. Seja para esquentar o corpo ou trazer aconchego, as bebidas quentes como cafés, chás e até bebidas alcoólicas tem seu consumo elevado nessa época do ano.

Os chás, especialmente a base de erva mate, são amplamente consumidos. Há uma infinidade de tipos de ervas e, no caso do chá mate, diferentes graus de oxidação que conferem sabores e cores totalmente diferentes na mesma planta!

Alguns chás possuem substâncias que trazem benefícios para a saúde, como catequinas e polifenois, que possuem ação antioxidante, além de ação diurética e calmante. Porém para aproveitar os benefícios, é necessário conhecer a forma correta de preparo: a infusão.

Algumas pessoas preparam o chá diretamente no fogo, com água fervendo e erva fervendo. Esse método é chamado decocção, método destinado às partes duras como caules e cascas. Para folhas e flores (maioria dos chás consumidos), deve ser a infusão, que consiste em aquecer a água até iniciar fervura, desligar o fogo, acrescentar as ervas e abafar por 3 a 5 minutos. Dessa forma, os compostos benéficos não serão dissipados com o calor.

O chá mate e o chimarrão são produzidos por meio da infusão da erva mate (Ilex paraguariensis), com diferença apenas no estado da erva (verde no chimarrão, torrada no chá mate). De qualquer forma, essa erva possui alto teor de substâncias que elevam nossa defesa antioxidante e, assim, previnem o envelhecimento e doenças comuns do processo da senescência.

Outra erva bastante utilizada é a Camellia sinensis. Juntamente com a erva mate, sua composição é rica em substâncias antioxidantes. Além disso, tem ação termogênica e pode ser aliada de quem deseja perder peso, junto com adequações na alimentação e exercícios.

A erva cidreira e camomila são indicadas por todas as vovós do Brasil. Essas ervas possuem capacidade calmante e relaxante. Dessa forma, quando ingeridas no período noturno, ajudam o sono a ser reparador. A erva cidreira, ainda, possui importante função digestiva, quando ingerida após as refeições.

Independente da erva, o importante é sempre conferir a sua procedência e ingerir sob indicação do profissional nutricionista.

Festas Juninas e alimentação saudável

 

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As festas juninas trazem boas opções de alimentos para quem deseja manter o estilo de vida saudável

 

Junho, além de trazer o frio, traz as amadas e gordurosas festas juninas. É possível curtir as festas juninas sem exagerar e sem sair da dieta?

A boa notícia é que sim! Embora os alimentos presentes nessas festas sejam carregados de açúcares e gorduras, algumas opções são saudáveis e podem trazer benefícios nesse período do ano.

A dica principal é evitar aqueles alimentos que sabidamente são carregados de calorias, açúcares e gorduras como doces (de abóbora, de amendoim), churrasquinho com carne gordurosa, caldos, dentre outros.

A batata doce é um dos alimentos que são comuns em festas juninas. Esse alimento se tornou queridinho dos atletas e praticantes de exercício pois tem baixo índice glicêmico. Isso significa que ela não produz picos de glicemia no organismo e, consequentemente, picos insulinêmicos, o que a torna um bom alimento para exercícios e também para controle de peso e de doenças como o diabetes. O melhor de tudo: ela geralmente é servida assada e tem um sabor incrível.

As especiarias marcantes das festas juninas como canela, gengibre e cravo também são um ponto forte e benéfico. Além de trazer um sabor único e marcante, essas especiarias são ricas em antioxidantes. As substâncias antioxidantes previnem o envelhecimento do organismo além de evitar oxidação de gorduras e eventos cardiovasculares.

O queridinho e delicioso amendoim é uma das marcas registradas em festas juninas. Além de ser um alimento rico em proteínas, também fornece ácidos graxos essenciais, que facilitam a queima de gordura e controle dos lipídeos sanguíneos. Mas cuidado com as versões cheias de sal ou açúcar!

Outro alimento que não pode faltar é o milho, cereal que é consumido assado direto na espiga ou como ingrediente em outras preparações. O milho é fonte importante de energia e fibras, além das vitaminas A, C e B9. A melhor forma de consumir o milho é assado ou cozido, com pouco sal e manteiga, já que se trata de um alimento energético.

Como visto, é possível aproveitar todas as delícias das festas juninas sem sair da dieta ou comprometer os resultados. Boas festas!

Golden Berry

              A preocupação com a saúde tem sido frequente nos dias atuais principalmente pelo aumento no numero de doenças relacionadas á má alimentação, combinados com maus hábitos de vida e sedentarismo. Sabe-se que o consumo de alimentos processados, ricos em gorduras e com altas concentrações de açucares e sódio, acabam ao longo de anos, oferecendo diversos riscos a saúde e problemas diversos, como pressão alta, obesidade, diabetes, podendo levar a morte.

               Contra isso, possuem inúmeros alimentos capazes de auxiliar e melhorar a resposta do nosso organismo contra inflamações, infecções e ajudar em demais processos fisiológicos. Destacamos a nova “queridinha” das “berrys” conhecida como Golden Berry ou Physalis peruviana é uma fruta originária do Peru, Colômbia, Equador mais possuindo seu reconhecimento em países como Austrália, África do Sul e China. Essa pequena fruta possui a coloração Amarelo-Ouro, e pode ser considerada um dos alimentos mais completos de origem vegetal, cada 100g desta fruta possui cerca de 49kcal. Indicado para dietas vegetarianas e Veganas, devido ao seu alto teor proteico presente, pode ser um sugestão para quem não se alimenta de carne vermelha. A Golden Berry  é rica em diversos nutrientes como Fósforo, Cálcio, Ferro, Niacina, Fibras, Aminoácidos, Vitamina C e A além de vitaminas do complexo B, pectina e propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.

                As substancias presentes nesta fruta são extremamente importante para o bom funcionamento do nosso organismo combatendo os radicais livres, retardam o envelhecimento precoce, proteção contra o sistema imunológico, colabora contra problemas cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, diabetes, câncer e nos sintomas da TPM. Depois de saber disso tudo não há como não aderir à dieta. Agora é com você.

 

Golden Berry Active – Superfrutas 120g

Felipe Ongaratto
CRN8 9505

MANTEIGA x MARGARINA

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MANTEIGA x MARGARINA

Você já deve ter ficado em dúvida nas prateleiras dos mercados quando encontra dois produtos: a margarina e a manteiga e surge a dúvida “Qual delas eu levo? Qual é a mais saudável?” Pois bem, é necessário dizer que independente de qual irá consumir é importante tomar cuidado com o consumo em excesso.

A margarina é produzida a partir da nata do leite, enquanto a margarina é produzida através da hidrogenação de óleos vegetais. As margarinas são fontes de gordura trans e auxiliam no aumento do colesterol plasmático LDL (Colesterol Ruim), sem contar que a gordura presente na margarina influencia diretamente o aparecimento de doenças cardiovasculares. Já a manteiga é pobre em gordura trans porém rica em ácidos graxos saturados que são lipídios de origem animal.

A indústria alimentícia busca sempre formas para agradar ao consumidor. Sabe-se que existem margarinas enriquecidas de fitosteróis (compostos bioativos que atuam no controle do colesterol e melhora do perfil lípido), sendo uma ótima opção para quem busca ou gosta deste grupo de alimentos, além de auxiliar na melhora do HDL chamado “colesterol bom”.

Fique atento quando for ao mercado e acostume-se a ler os rótulos, veja quais compostos estão presentes, lembrando sempre que o consumo de manteigas ou margarinas deve ser feito de forma controlada, por serem constituídas de gorduras. Sendo assim, procure alternativas ou opções como as que vêm acrescidas de fitosteróis para o consumo.

Felipe Ongaratto
CRN8 9505